Encontro Agosto 2013
13/08
Local: Lume - Rua Carlos Diniz Leitão, 150, Vila Santa Isabel, Barão Geraldo/Campinas
13:30 - 17:30: Oficina - Corpos em redes e composições
Coordenação: Bruna Martins Reis e Flávia Liberman
Esta oficina se propõe a explorar conceitos e técnicas relacionadas as abordagens corporais, mais especificamente a dança, promovendo a experimentação e discussão de tais recursos como estratégias de (re)configuração dos encontros entre corpos em possíveis intervenções na área da saúde, contribuindo para a formação de práticas inventivas que ampliem a potência de agir na produção de redes de cuidado. As temáticas corpo e rede aqui partem do referencial da filosofia da diferença. Compreendidas como campos de multiplicidades que se produzem nas relações a partir das variações que se dão no encontro entre corpos: corpo-vida, corpo-cotidiano, corpo-trabalho, corpo-arte. Desta forma, cada encontro, seja no trabalho em saúde, seja na dança, seja na vida cotidiana, tem o potencial de produzir mudanças capazes de ampliar (ou reduzir) a potência de ação no mundo. Tal movimento compõe redes de conexões inesperadas e abertas (ou fechadas), que permitem conectar-se a outras formas de vida e outros territórios de existência. É nesse território do encontro como campo delicado, instável, complexo e potente que nos propomos a experimentar alguns “estados de corpo”. Afinal, que corpo é este que, na invenção de redes de cuidado em saúde, se faz e re-faz na experiência a construção de outros territórios de existência? Como operar no campo da multiplicidade considerando o corpo como dobra do fora, em constante mutação e transformação? Na medida em que tomamos os corpos como algo que se faz em relação e as redes como movimento pretendemos colocar em questão uma aposta de cuidado que pode ter como efeito a produção de si. Neste sentido, a partir da mediação das técnicas corporais, nos propomos a trabalhar no corpo alguns exercícios de abertura e composição, tendo como premissa a construção de estados relacionais, em que se exercita a criação a partir de uma escuta sensível à diferença, que permita acompanhar suas variações. Criando condições para que tais diferenças e variações se expressem na produção de um plano comum.
Objetivos Específicos
• Experimentar o corpo como lugar relacional e território de criação, que possibilitam práticas e reflexões no campo da Saúde Pública.
• Vivenciar um processo grupal que une corpo, arte e saúde.
• Articular os conceitos e reconhecer os efeitos das propostas no próprio corpo em relação com seu entorno.
• Ampliar a discussão de produção de redes de cuidado a partir da experimentação do encontro entre os corpos na prática da dança.
Metodologia
• Discussão e experimentação grupal a partir dos conceitos e práticas propostos.
• Realização de exercícios corporais mediados por técnicas de dança.
• Compartilhamento e troca das narrativas corporais.
19:00 - 22:00
Discussão Produção de Redes e Produção do Comum
Proposição: Material em construção de Bruno Mariani Azevedo e Ricardo Teixeira.
22:00 em diante
Aos sobreviventes...
Local: Lume - Rua Carlos Diniz Leitão, 150, Vila Santa Isabel, Barão Geraldo/Campinas
13:30 - 17:30: Oficina - Corpos em redes e composições
Coordenação: Bruna Martins Reis e Flávia Liberman
Esta oficina se propõe a explorar conceitos e técnicas relacionadas as abordagens corporais, mais especificamente a dança, promovendo a experimentação e discussão de tais recursos como estratégias de (re)configuração dos encontros entre corpos em possíveis intervenções na área da saúde, contribuindo para a formação de práticas inventivas que ampliem a potência de agir na produção de redes de cuidado. As temáticas corpo e rede aqui partem do referencial da filosofia da diferença. Compreendidas como campos de multiplicidades que se produzem nas relações a partir das variações que se dão no encontro entre corpos: corpo-vida, corpo-cotidiano, corpo-trabalho, corpo-arte. Desta forma, cada encontro, seja no trabalho em saúde, seja na dança, seja na vida cotidiana, tem o potencial de produzir mudanças capazes de ampliar (ou reduzir) a potência de ação no mundo. Tal movimento compõe redes de conexões inesperadas e abertas (ou fechadas), que permitem conectar-se a outras formas de vida e outros territórios de existência. É nesse território do encontro como campo delicado, instável, complexo e potente que nos propomos a experimentar alguns “estados de corpo”. Afinal, que corpo é este que, na invenção de redes de cuidado em saúde, se faz e re-faz na experiência a construção de outros territórios de existência? Como operar no campo da multiplicidade considerando o corpo como dobra do fora, em constante mutação e transformação? Na medida em que tomamos os corpos como algo que se faz em relação e as redes como movimento pretendemos colocar em questão uma aposta de cuidado que pode ter como efeito a produção de si. Neste sentido, a partir da mediação das técnicas corporais, nos propomos a trabalhar no corpo alguns exercícios de abertura e composição, tendo como premissa a construção de estados relacionais, em que se exercita a criação a partir de uma escuta sensível à diferença, que permita acompanhar suas variações. Criando condições para que tais diferenças e variações se expressem na produção de um plano comum.
Objetivos Específicos
• Experimentar o corpo como lugar relacional e território de criação, que possibilitam práticas e reflexões no campo da Saúde Pública.
• Vivenciar um processo grupal que une corpo, arte e saúde.
• Articular os conceitos e reconhecer os efeitos das propostas no próprio corpo em relação com seu entorno.
• Ampliar a discussão de produção de redes de cuidado a partir da experimentação do encontro entre os corpos na prática da dança.
Metodologia
• Discussão e experimentação grupal a partir dos conceitos e práticas propostos.
• Realização de exercícios corporais mediados por técnicas de dança.
• Compartilhamento e troca das narrativas corporais.
19:00 - 22:00
Discussão Produção de Redes e Produção do Comum
Proposição: Material em construção de Bruno Mariani Azevedo e Ricardo Teixeira.
22:00 em diante
Aos sobreviventes...
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